• A NOSSA MISSÃO
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Mesa de Honra/Oradores

  • Esta mesa deve ter lugares em número ímpar para que não haja dúvidas sobre quem preside.
  • O ideal é sentar um mínimo de 3 e um máximo de 7 personalidades.
  • A pessoa que preside (P) deve sentar-se no centro; e a partir deste lugar, sentam-se as demais pessoas por ordem de precedência, partindo da direita e depois da esquerda (1, 2, 3…).
  • O Cardial-Patriarca (CP) fica sempre numa cadeira especial, à direita da mesa de honra.

É necessário prever lugares reservados nas primeiras filas para outros convidados de mais cerimónia.

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Mesa refeição retangular

No centro deve sentar-se o representante máximo ou o “dono da casa” (DC) e à sua frente a figura hierárquica imediatamente a seguir ou o convidado de honra (CH) que se quiser homenagear ou tratar com mais deferência.

A ordem será a seguinte: 1º à direita do DC, 2º à direita do CH, 3º à esquerda do DC, 4º à esquerda do CH, e assim sucessivamente, até se completar a mesa.

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Mesa Refeição redonda

  • No centro da mesa, de frente para a entrada da sala, deve sentar-se o “dono da casa” (DC) e à sua frente o convidado de honra (CH).
  • Para os outros convidados, seguir a ordem: 1º à direita do DC, 2º à direita do CH, 3º à esquerda do DC, 4º à esquerda do CH, e assim sucessivamente, até se completar a mesa.

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Notas Importantes

  • Quando os convidados são divididos por diversas mesas, normalmente existe uma mesa principal, no centro ou encostada à parede, sendo as outras colocadas à sua roda. As mais importantes são as que estiverem mais próximas dela; as menos importantes são obviamente as mais distantes.
  • Como a lista de precedências só inclui autoridades civis, militares e religiosas, surgem muitas vezes conflitos entre as precedências oficiais e as de cortesia. Nesses casos, a única solução é recorrer ao bom senso.
  • Numa mesa perfeita, o número de convidados deve ser par e em igual número de senhoras e homens para não desequilibrar as mesas.
  • Se houver apenas uma presidência, o número de convidados deve ser em número par. No caso de haver um convidado de honra que ocupe a segunda presidência, o número de convidados deve ser ímpar.
  • Nunca se sentam 13 pessoas à mesa. A solução é separar as mesas ( se possível) ou chamar alguém que aceita à última hora sentar-se na mesa para a compor.
  • Deve-se procurar juntar pessoas com interesses comuns. 
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Licenciamentos

  • É necessário licenciamento municipal para todos os eventos de natureza festiva, tais como concertos, feiras temáticas, festas com venda de produtos alimentares, estruturas de diversão, entre outros.
  • Para solicitar o licenciamento, a Estrutura Local deverá informar-se junto dos serviços camarários, nomeadamente, no Departamento das Actividades Económicas.
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Bandeiras

Em qualquer tipo de evento em que estejam presentes individualidades governamentais, a bandeira nacional (BN) deve ocupar o lugar de maior destaque.

  • Quando duas bandeiras se encontram lado a lado, a nacional é sempre colocada à direita, isto é, à esquerda de quem as olha de frente.

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  • Quando houver mais de duas bandeiras, fixas e em número ímpar, a bandeira nacional ocupa sempre o centro. Com base nela são colocadas as outras bandeiras, por ordem de precedência, partindo da direita.

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 Exemplo

Seminário onde se vão discutir assuntos da União Europeia; a ordem seria: 1 - bandeira nacional, 2 – bandeira da EU, 3 – bandeira da estrutura local que organiza o seminário, 4 e 5 – outras bandeiras, por ordem de importância.


  • Quando houver mais de duas bandeiras, fixas e em número par, não existe um centro, portanto, a bandeira nacional fica à direita de um centro hipotético. Com base nela são colocadas as outras bandeiras, por ordem de precedência, partindo da direita.

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  • Em todos os outros casos, nomeadamente, no exterior de edifícios, se houver muitas bandeiras, para evitar que a bandeira nacional apareça perdida no meio de todas, é aconselhável colocá-la no primeiro mastro à direita (ou seja, à esquerda de quem olha de frente) e depois todas as outras bandeiras.

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Política do Voluntário

Consulte aqui a política do voluntariado

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Direitos a Deveres

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Fichas de Inscrição

Fichas nº 1 e 2  - 1º contacto e Entrevista (para a Delegação) 

Ficha nº 3, deverá ser enviada, devidamente preenchida e acompanhada de fotografia, digitalizada, para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.


Para mais esclarecimentos, contactar:
Dra. Dulce Simões
Email:  Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

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Formação Institucional

A Formação Institucional da Cruz Vermelha Portuguesa tem como objetivo dar a conhecer a nossa Instituição, na sua vertente internacional e nacional. Com esta formação pretende-se dotar os formandos de ferramentas que lhes permitam desenvolver a sua atividade no espírito, missão, valores e Princípios Fundamentais da Cruz Vermelha.

A quem se destina

A Formação Institucional destina-se a todos os colaboradores, voluntários e futuros voluntários que estejam em contacto com a Cruz Vermelha pela primeira vez ou que pretendam re-certificar e aprofundar os seus conhecimentos sobre a Instituição. As turmas poderão ser compostas por voluntários e colaboradores na mesma sala.

Como realizar um curso na sua estrutura local

 Voluntários dirigentes – as estruturas deverão contactar a Área de Delegações e Membros e solicitar a realização de uma ação.

Voluntariado Geral e Jovem – os respetivos coordenadores locais das áreas deverão contactar o instrutor de formação institucional da sua estrutura, e solicitar a realização de uma ação de formação. O instrutor ficará encarregue de solicitar o número de curso, realizar a ação e enviar os respetivos documentos para validação e emissão dos certificados pela Área Internacional.

Colaboradores – a estrutura deverá contactar o seu instrutor de formação institucional e solicitar a realização de uma ação de formação. O instrutor ficará encarregue de solicitar o número de curso, realizar a ação e enviar os respetivos documentos para validação e emissão dos certificados pela Área Internacional.

Equipas de emergência – Como parte do programa de formação para as equipas da emergência, o plano de Formação Institucional assim como o nome do instrutor certificado, deverão constar do programa enviado à área de Recursos Humanos-Emergência, que posteriormente fará a validação com a Área Internacional.

Caso a estrutura não disponha de um instrutor certificado, poderá contactar a área internacional para aceder à bolsa nacional de instrutores, ou solicitar formação ao Coordenador da respetiva Plataforma Regional da Emergência.

Como ter um instrutor na sua estrutura local

Para ter um instrutor certificado na sua estrutura local, envie um email com a demonstração de interesse e identificação do potencial instrutor para a Área Internacional. A lista de interessados terá prioridade de inscrição no momento de nova formação de instrutores.

Os candidatos a instrutores deverão ter o seguinte perfil:

  • 5 anos experiência CVP
  • 12º ano
  • boa comunicação
  • gosto pelo ensino e formação
  • Preferencial – Conhecimentos técnicos e pedagógicos.

Caso a estrutura não disponha de um instrutor certificado, mas que deseje efetuar uma formação institucional, poderá contactar a Área Internacional e ser-lhe-á indicado um instrutor da bolsa nacional.

Contactos

Área Internacional
Email:Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.


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